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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Corrida Maluca
Autora Débora Cristina Schilling Machry
Nossa vida muitas vezes é uma corrida maluca. Somos os carros e a vida é o caminho. No trajeto da viagem, há dias em que está livre. O motorista é representado pelas experiências de vida. Viajamos com bom humor, alegria e agradecimento. Mas como no trânsito, não andamos sozinhos, precisamos respeitar o fluxo dos outros “carros”. Há aqueles veículos que sempre querem estar na frente dos outros. Não têm paciência, ignoram inclusive os sinais do semáforo.
Há automóveis que são antigos, mas são bem cuidados. São regulados, não poluem e nem agridem. As viaturas são necessárias para evitarem conflitos.
No entanto há dias em que a corrida é complicada, pois a viagem acontece num dia chuvoso, o percurso está cheio de buracos e a neblina atrapalha a manobras com os outros veículos. Nestes dias, os autos colidem e os motoristas demonstram falta de amor próprio, revolta, falta de zelo e educação.
A corrida por vezes é maluca porque os carros são de muitas marcas, uns mais velozes outros são adaptados, outros coloridos, grandes, pequenos e etc. Na corrida da vida, todos os veículos competem juntos, independentemente dos motoristas e da qualidade dos carros. Medalha, medalha: não é sempre o desejo da grande maioria. Alguns estão mais interessados na beleza do passeio, as vezes participam competitivamente, mas não se importam quando alguém passa na frente. Outros condutores, jogam lixo pela janela, poluem a via. Alguns resíduos até causam desastres em outras corridas.
Neste caso os carros dos desastres precisam reciclar as vivências, rever comportamentos, para que a corrida não pare. Reciclar as emoções e refazer os carros demanda arte, objetivos claros, planejamento e diversão. Precisamos algumas vezes mudar o percurso da viagem, ter coragem para se aventurar. Não aprendemos na auto-escola a nos divertir, mais precisamos nos permitir sair dos percursos fixos. Faça das suas emoções
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